Como afirmado no artigo "Aloé Vera" de Steve Schechter, alguns fornecedores de aloé apresentam os seus produtos de Aloé Vera como contendo uma elevad quantidade de mucopolissacarídeos, apesar destes poderem até não serem polissacarídeos naturais encontrados no Aloé. Esta situação é normalmente conhecida como corrupção da matéria prima. Se ao aloé é adicionada maltose, os elementos serão automaticamente muito superiores ao normal, pelo que o produto em si mesmo não poderá ser considerado de aloé verdadeiro, uma vez que terá sido adulterado.

É muito importante não ser ingénue perante um elevado número de mucopolissacarídeos, a não ser que seja provada a sua origem natural. A dificuldade, nestes casos, é, na verdade, parecer não existir ainda qualquer método que teste na perfeição o nível oficial de adulteração e corrupção. Por outro lado, o Dr. Ivan Danhof; um perito muito conhecido e pioneiro no estudo do Aloé Vera, estabeleceu um critério, aprovado pelo IASC, sobre o número de polissacarídeos normais existentes numa folha de Aloé, que deverá ser em média 250 mg/litro, na sua concentração regular (1:1).

aloé ALOEX sido testado pelo Dr. Danhof, que tem registado resultados que variam entre os 2600 mg/litro e os 3760 mg/litro (dependendo do lote), não havendo vestígios de qualquer presença de maltose ou outros açucares que tenham sido adicionados.

Numa folha inteira de aloé a quantidade média de mucopolissacarídeos (MPS) pode atingir um valor de 6000 mg/litro, o que em parte é devido a uma maior concentração de elementos na planta triturada e na fibra, que são elementos pesados.

Qualquer quantidade muito superior de MPS, se registada, poderá ser um indicador de corrupção. Actualmente não existe consenso entre os peritos Norte Americanos sobre se será melhor utilizar a folha inteira ou cortada em fatias. Alguns sugerem que se se utilizar a totalidade da folha, poder-se-ão obter um maior número de ingredientes activos. Outros contrapõem que a utilização da folha inteira implica um maior número de filtragens para assegurar a eliminação da aloína, o que poderá causar o desaparecimento simultâneo, durante a filtragem, dos ingredientes activos. No entanto, todos concordam em dois aspectos:

1. as acções de marketing tornaram o uso da folha inteira do aloé popular, através da constante referência à maior quantidade de MPS existentes, embora sem mencionarem a influência de outros elementos e fibras que a folha também contém;

2. 0 aloé, quer seja a folha inteira ou cortada, terá que ser preparado e estabilizado a frio/sem pasteurização.

CUIDADO

Muitos distribuidores de produtos de Aloé Vera rotulam-nos como sendo 98%, 99% ou mesmo 100% Aloé Vera. Na verdade, muitos desses produtos, quando testados, têm muito poucos ou nenhuns Ingredientes Activos. 0 rótulo de um produto pode indicar que contém 99,6% de Aloé puro, o que até pode ser verdade. No entanto, a verdadeira quantidade desse Aloé puro no produto final (sumo, néctar, gel) poderá ser tão infimo como 2% de 99,6% de puro Aloé e os restantes 98% serão outros ingredientes.

- Aloé ou concentrado de Aloé poderia ser 99,7% puro (os restantes 0,4% seriam conservantes), mas o produto final pode conter quantidades muito pequenas de Aloé.

- International Aloe Science Council (IASC) definiu uma norma que estabelece que o produto final para ser considerado de Aloé Vera terá que conter no mínimo 25% de puro Aloé Vera.

- IASC tem, também, desenvolvido esforços no sentido de estabelecer normas para as matérias primas assim como para os produtos finais, de forma a evitar fraudes e abusos de rotulagem.

Os produtos AlOEX são feitos com concentrado que recebeu o Selo de Certificação do IASC.

 



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